O papel crucial de um coach dentro de uma empresa


Maggie Siff as Wendy Rhoades in Billions (Season 1, Episode 2). - Photo: Jeff Neumann/SHOWTIME - Photo ID: Billions_102_2068.R

O seriado “Billions” tem seus charmes ao mostrar os bastidores da vida de um bilionário, Bob Axelrod (Damian Lewis, foto abaixo), e os caminhos nada éticos que ele toma à frente da sua empresa, Axe Capital, que administra fundos de hedge e de investimentos. Mas o charme maior sobre o qual vou falar aqui é a personagem Wendy Rhoades (Maggie Stiff).

A psiquiatra atua dentro da empresa como coach de uma horda de homens de negócios imprevisíveis e ambiciosos, com típico perfil de apostadores – e, na série, sempre são dezenas ou centenas de milhares de dólares em jogo a cada movimento. O papel de Wendy não é ficção: em Wall Street, algumas empresas utilizam a figura do coach dentro de suas operações para manter os funcionários focados e com a autoestima em dia – e sedentos por bater metas. Não à toa, Denise Shull, fundador de uma empresa de coach de performance que atende clientes de Wall Street, foi um dos consultores da série.

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De uma forma bem explícita, é Wendy a responsável pelo equilíbrio da empresa – e das pessoas que lá trabalham, como o próprio Axelrod, que se apoia nas conversas com a mentora para entender seus erros e desafiar seus limites. Aplicando métodos que vão da terapia cognitiva às ferramentas de mentoring (como trabalhar a Identidade Corporativa de cada um), a sedutora coach explora os potenciais, as falhas, as motivações e as metas de cada um.

E é ela que os funcionários procuram quando titubeiam nas suas ações – e não o “chefe” –, o que reforça seu papel de mentora dentro de uma corporação na qual a competitividade e o estresse alcançam níveis estelares.

 

 

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